Ecobreves BRASIL: Barateando o plástico biodegradável
RIO DE JANEIRO, 30 de abril de 2012 (Tierramérica).- A Universidade Federal de São Carlos, no Estado de São Paulo) desenvolve uma nova tecnologia para baratear o custo do plástico biodegradável.
A maioria dos polímeros, substâncias químicas que compõem os plásticos, não se degradam naturalmente e os que o fazem são muito caros.
Os sistemas que o estudo desenvolve se compõem de partículas de materiais cerâmicos e poliméricos, com dimensões em escala nanométrica (bilionésima parte do metro), e apresentam melhores propriedade mecânicas, óticas e de transporte do que os polímeros convencionais.
“A melhoria dessas propriedades permite, no caso dos sacos plásticos, reduzir a quantidade de polímero biodegradável e o custo do material final, mantendo a capacidade de degradação mais rápida em comparação com os polímeros tradicionais”, relatou ao Terramérica a professora Rosário Suman Bretas, coordenadora do projeto.
“A produção ocorre em laboratório. Vai demorar para chegar à escala industrial”, afirmou. *Fonte: Inter Press Service. |