Ecobreves VENEZUELA: Fundos para proteger tartarugas marinhas Por
Por falta de dinheiro, o ecologista Centro de Pesquisa e Conservação de Tartarugas Marinhas (Cictmar) reduziu sua patrulha nas praias Cipara e Querepare, na península venezuelana de Paria, onde desovam as tartarugas-de-couro (Dermochelys Coriacea).
CARACAS, 30 de abril de 2012 (Tierramérica).- “Os trajetos noturnos, que fazíamos de 15 de março a 31 de agosto, foram reduzidos ao mínimo”, disse ao Terramérica a ambientalista Edelvys Guada, do Cictmar.
Esse patrulhamento “permite identificar as tartarugas mãe, medi-las, coletar os ovos e levar a um lugar a salvo de predadores e acompanhar a viagem dos filhotes para o mar”, que é a maneira de garantir que regressem para desovar algum dia, explicou.
A tartaruga-de-couro, que pode medir mais de dois metros de comprimento e pesar mais de 600 quilos, está em risco de extinção.
Um de seus lugares favoritos de desova são as praias de Paria. O Cictmar iniciou um programa “adote uma tartaruga”, para conseguir dinheiro e seguir seu trabalho.
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